GDV é referência em matéria sobre Aprendizagem Cooperativa

GDV é referência em matéria sobre Aprendizagem Cooperativa

O site Iscoolapp.blog, especializado em educação, publicou no dia 23 de maio matéria sobre Aprendizagem Cooperativa apresenta a maneira pela qual as escolas vêm utilizando essa metodologia em sala de aula. Como referência, a matéria utilizou as práticas de aprendizagem cooperativa já consolidadas no Colégio Guilherme Dumont Villares.

Leia a matéria:

APRENDIZAGEM COOPERATIVA: o estímulo à inteligência coletiva

Conheça a Metodologia Ativa que garante o desenvolvimento de competências importantes previstas pela BNCC, como o trabalho em grupo, e saiba como os colégios conciliam esta prática a tantas outras já previstas no currículo.

Contribuir… E assim, também ganhar. Ganhar conhecimento, aumentar o repertório colhendo opiniões diversas, aprender a conviver em sociedade, tornar-se um adulto e profissional com empatia e capaz de resolver conflitos. E qual o melhor lugar para se reforçar esses princípios se não as salas de aula, hoje abertas para as atividades socioemocionais e o desenvolvimento integral de crianças e jovens?

Totalmente alinhada à BNCC – Base Nacional Comum Curricular, a Aprendizagem Cooperativa ganha forças e se estabelece como uma das metodologias que mais contribui para o projeto curricular do colégio. Isso porque garante a vivência prática de diversas competências importantes para os alunos sem demandar grandes reestruturações do espaço, do corpo pedagógico ou da linha de ensino seguida pela instituição.

Baseada no trabalho em grupo, a Aprendizagem Cooperativa estimula que alunos se ajudem, discutam entre si e resolvam problemas em conjunto, dando voz ativa e protagonismo a cada um dos envolvidos a fim de absorver o conteúdo de maneira efetiva e com ganhos ainda maiores em aspectos socioemocionais.

Complementar para potencializar resultados

A Aprendizagem Cooperativa chega para somar-se às Metodologias Ativas essenciais da educação do século 21. Um colégio pode, por exemplo, aplicar tranquilamente os princípios do trabalho em conjunto junto a qualquer metodologia de ensino híbrido, como Aprendizagem Baseada em Projetos ou a Sala de Aula Invertida. Basta que o colégio se planeje para aplicar a atividade no momento certo, de forma que o grupo possa viver o conteúdo acadêmico de maneira maximizada em grupo.

Seja na aula de gameficação do ensino médio ou no projeto experimental desenvolvido pelos alunos do Ensino Fundamental, as técnicas da Aprendizagem Cooperativa Kagan estão presentes em cada etapa e de maneira interdisciplinar dentro do Colégio Guilherme Dumont Villares, de São Paulo. Implantada há cerca de três anos, a metodologia conquistou todo o corpo docente local, garantindo resultados positivos no desenvolvimento dos alunos.

“Já sentimos os benefícios da introdução dos métodos de aprendizagem em pares, em grupos e em outras estruturas de apoio e ajuda mútua entre nossos estudantes. O princípio fundamental é o compartilhamento nas salas e em outros ambientes de aprendizagem em que os alunos atuam colaborativamente”, conta Eliana Baptista Pereira Aun, diretora geral do colégio do colégio da zona sul paulistana que conta com mais de 1500 alunos.

Ainda sobre os resultados positivos da iniciativa, Eliana complementa: “Ao combinar nossa participação com a de outras pessoas, criamos uma ‘inteligência coletiva’ que, na ação educativa, potencializa o processo de aprendizagem, gerando resultados mais eficien­tes para todos os alunos, seja individual ou personalizadamente”.

O professor é maestro

O segredo do sucesso com a Aprendizagem Cooperativa, não só no Colégio Guilherme Dumont, mas em todos os que se propuseram a aplicar a metodologia, está na capacitação do professor, que assume o papel de regente da turma, garantindo a participação de cada um dos alunos envolvidos.

“A sala de aula cooperativa constrói-se desde o primeiro dia de aula e depende em grande parte da capacidade do professor em criar o espaço e a disponibilidade para que todos se conheçam mutuamente e comecem a se interessar uns pelos outros. A aplicação da metodologia se faz presente quando o professor aplica as Estruturas de Aprendizagem em sua sala de aula”, explica Andressa Dozzi Tezza docente com experiência de mais de dez anos no ensino básico e atualmente formadora internacional certificada na metodologia de Aprendizagem Cooperativa Kagan e Ensino Baseado no Funcionamento do Cérebro.

Parte da equipe Future Kids – empresa que há mais de 20 anos prega a inovação e a transformação educacional no Brasil por meio da Aprendizagem Cooperativa – Andressa explica que os professores passam por formação específica de 5 módulos, totalizando 30 horas de curso dividido em 6 partes cada.

“É uma formação extremamente prática, em que os professores vivenciam exatamente o que os alunos vivenciarão a partir da aplicação das estruturas de aprendizagem em sala de aula. É também uma formação bem personalizada, pois, muitas vezes solicitamos ao coordenador pedagógico alguns temas que serão trabalhos dentro do conteúdo programático de cada professor para usar os exemplos durante a formação, deixando assim a formação de professores ainda mais personalizada”, diz ela, que também é uma das responsáveis pela aplicação da Aprendizagem Cooperativa Kagan no Colégio Guilherme Dumont Villares.

O novo trabalho em grupo

Mais do que tendência, vimos que a Aprendizagem Cooperativa ganha forças pelo seu alinhamento com a BNCC e pelo poder transformador que exerce sobre os alunos e todos os envolvidos. Para inspirar você na implantação desta Metodologia Ativa, finalizamos com algumas imagens de atividades realizadas diariamente, e com alunos de todas as idades, no Colégio Guilherme Dumont Villares. Confira:

No Comments

Post A Comment